Videoconferência Pró-Vida

terça-feira, 1 novembro, 2011 às 15:23 | Publicado em Bioética / Defesa da Vida, Eventos | Deixe um comentário
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Hoje tem videoconferência pró-vida pra você assistir na web:

  • Às 20h, Fabíola Goulart fala sobre a defesa da vida nas mídias sociais, e dá seu testemunho por quase ter sido abortada, mas foi salva pela sua corajosa mãe, que resistiu às pressões e escolheu pela vida de sua filha.
  • Logo após, às 21h, Fátima Travassos, procuradora-geral de Justiça no Estado do Maranhão, fala sobre a questão do aborto de crianças anencéfalas.

Tais videoconferências são uma prévia do que está por vir no II Congresso Internacional Pela Verdade e Pela Vida, promovido pelo Human Life International, e que acontece nesta semana, de 3 a 6 de novembro, no Mosteiro de São Bento em São Paulo, capital (se Deus quiser, lá estarei com a Dona Vanessa).

No último sábado, Pe. Hélio Luciano, doutorando em Bioética em Roma, falou sobre a problemática do diagnóstico da morte encefálica. Você pode assistir à gravação da videoconferência (85 min.) clicando aqui.

A videoconferência de hoje poderá ser assistida através do canal do Congresso no Livestream (www.livestream.com/congressoprovida) e também pela página da ACI Digital (www.acidigital.com).

Não vai esquecer. Começa às 20h!

Paz e Bem!

A concepção de vidas em escala industrial

terça-feira, 20 setembro, 2011 às 23:55 | Publicado em Matrimônio e Família, Paternidade / Maternidade | Deixe um comentário
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Desde muito tempo a Igreja, taxada de “retrógrada” e “antiquada”, alerta sobre os perigos da desassociação entre a reprodução humana e a relação de amor matrimonial. Sexo sem responsabilidade, filhos sem pais, sendo gerados não como consequências de uma relação amorosa, dentro de uma familia onde crescerão com segurança, mas encomendadas para suprir necessidades emocionais outras, das quais não merecem ser meros instrumentos atenuadores.

Sugestão de leitura: O mercado da concepção, no blog do Wagner Moura.

Paz e Bem!

Contra fatos não existem argumentos

quarta-feira, 13 outubro, 2010 às 10:29 | Publicado em Anti-Marxismo/Comunismo/TL, Bioética / Defesa da Vida, Política | Deixe um comentário
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O Pe. Paulo Ricardo disponibilizou na rede em pleno dia de Nossa Senhora Aparecida, este vídeo primoroso alertando os eleitores de princípios, sejam eles cristãos ou não, a respeito da verdade sobre o compromisso que o Partido dos Trabalhadores tem com a causa abortista.

É impossível escolher seu candidato livremente e votar conscientemente, sem que se saiba da verdade.

Vídeo em duas partes.

Parte 1:

Parte 2:

=====> www.salvemobrasil.com <=====

Pax et Bonum!

4 DE MARÇO: DIA DE LUTO

quinta-feira, 4 março, 2010 às 17:32 | Publicado em Bioética / Defesa da Vida | 2 Comentários
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Há exatamente um ano, mataram os gêmeos de Alagoinha!

Leia mais:

PNDH-3

sexta-feira, 12 fevereiro, 2010 às 16:40 | Publicado em Bioética / Defesa da Vida | Deixe um comentário
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Por simples falta de tempo, faltei-me à obrigação cristã de escrever algumas linhas a respeito do já tão falado (mas não o suficiente) Plano Nacional de Direitos Humanos, assinado pelo presidente Lula às vésperas do último Natal.

A Comissão de Defesa da Vida da Regional Sul 1 da CNBB se manifestou, chamando o ilustre presidente de Herodes.

E agora divulgo aqui colaboração recebida do amigo Luiz Antônio de Souza Silva, promotor de justiça no Estado do Espírito Santo:

***

AFINAL, O ABORTO É UM DIREITO HUMANO?*

Foi recentemente assinado o decreto presidencial que instituiu o Terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos no Brasil, alvo de inúmeras críticas, das quais, sem desconsiderar outras, ressalto a relacionada ao “apoio à aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre os seus corpos”.

De acordo com o Plano, trata-se de um objetivo estratégico previsto na Diretriz afeta ao combate às desigualdades estruturais.

Que efetivamente é necessária a garantia de meios para o alcance da plena cidadania das mulheres isso é indiscutível.   A questão é se o caminho passa pela colisão com o que se considera o direito humano mais fundamental de todos, qual seja, o direito à vida.

Parece um terrível paradoxo, se observarmos que a via traçada consta de um plano nacional de direitos humanos.

Quando se trata de políticas relacionadas à legítima promoção da mulher, há muito a maternidade e a infância são duramente castigados, não obstante a própria Declaração Universal dos Direitos Humanos estabeleça que ambas gozam do direito a cuidados e assistência especiais.

E geralmente sintetizam discussões estabelecendo posições contrárias à política abortiva como exclusivamente religiosa, quando, na verdade, ela encontra subsídio em normas jurídicas, como a nossa Constituição Federal, que, em seu artigo 5°, estabelece a inviolabilidade do direito à vida, para não mencionarmos outros dispositivos, em sintonia.

A Convenção Americana de Direitos Humanos, também conhecida como “Pacto de São José da Costa Rica”, Tratado Internacional do qual o Brasil é um de seus signatários, protege o direito à vida desde a concepção, de acordo com a leitura de seus artigos 1° (n° 2), 3° e 4° (n° 1).

Da mesma forma, o início da vida humana, desde o momento da concepção, é questão científica, como discorre, dentre tantos, o Prof. Jerôme Lejeune, conhecido como o “pai da genética moderna”, em cujo currículo consta a descoberta da causa genética da Síndrome de Down, entre outras significativas contribuições prestadas à humanidade.

Convidado pelo Senado Americano, no dia 23.04.81, disse ele:  “Quando começa um ser humano?  Desejo trazer a essa questão a resposta mais exata que a ciência atualmente pode fornecer (…).  Aceitar o fato de que, após a fecundação, um novo indivíduo começou a existir, já não é questão de gosto ou opinião.  A natureza humana do ser humano, desde a concepção até a velhice, não é uma hipótese metafísica, mas sim uma evidência experimental.”

A rigor, tecnicamente, como contraponto, nenhuma heresia jurídica seria se o Código Penal fosse alterado para que o aborto passasse a ser apenado tal qual a um homicídio, com o gravame da qualificadora que é prevista quando utilizado recurso que torne impossível a defesa da vítima.

Afinal, que defesa tem esse novo indivíduo, o mais frágil de todos, diante do contexto?

Enfim, as desigualdades biológicas fazem do homem e da mulher seres que jamais serão iguais.

Sem respeito e promoção mútua, em suas diferenças, qualquer vitória é triste.  E como se a aquarela pudesse ser a mesma sem o menino que caminha, a astronave, sem pedir licença, vai mudando a nossa vida e depois nos convida a rir ou chorar…

*Luiz Antônio de Souza Silva

PROMOTOR DE JUSTIÇA NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

Publicado no Jornal “A Tribuna”, Vitória-ES, 20.01.2010, p. 23

Os filhos medrosos

terça-feira, 17 novembro, 2009 às 9:11 | Publicado em Filhos / Educação dos Filhos | 2 Comentários
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Há medos instintivos: como a galinha foge ao ver pela primeira vez a raposa, o homem recua diante do que lhe representa perigo. Quando o perigo é determinado e conhecido, o medo revigora o homem para a luta ou para a fuga. Quando, porém, a pessoa teme sem saber ao certo o que nem porque, não tendo para onde fugir, toma o tormentoso caminho da angústia.

É instintivamente que as crianças de dois meses estremecem com ruídos súbitos ou com uma luz mais viva que de repente se acende. E mais tarde choram em face de um desconhecido, correm de animais, recuam ante o fogo, gritam quando as suspendem bruscamente ou as giram, etc.

Medo ao desconhecido

Tudo o que é súbito, intenso ou desconhecido produz medo à criança. É por isso que seus terrores são tanto mais numerosos quanto maior é sua ignorância das coisas. Vejam como se apavora facilmente um pequenino de dois a quatro anos. À medida que ele for tomando conhecimento da vida, vai perdendo muitos medos, a menos que uma errada educação os agrave e multiplique.

Ensina-se o medo

A criança é extremamente sugestionável: aprende com facilidade o que vê e escuta.

Se vê a mãe subir à cadeira por causa de uma barata, o pai espavorido com o número 13, as irmãs apavoradas com o trovão, etc., é natural que tome as mesmas ridículas atitudes. Assim se explicam os idiotas pavores de escuro, máscaras, cor preta, soldado, velho mendigo, sangue, etc.

Do ambiente doméstico lhe vêm outros medos: lobisomem, fantasmas, almas de outro mundo, cadáveres, doenças, micróbios, tabus alimentares, supertições mil, personagens imaginários e até reais, mas que antes devem infundir simpatia – soldado, padre, médico, dentista, mendigo…

Há medos cultivados pelos adultos. Pais, incapazes de se fazerem obedecer, apelam para intimidações; empregadas, para acalmarem as crianças, ou as fazerem comer, dormir, etc., ameaçam-nas com a guarda ou bicho-papão! Mães os sugerem a ponto de deformar a criança.

As sugestões provêm também de histórias macabras, filmes impressionantes (entre estes citamos os “infantis” “Branca de Neve” e “Chapeuzinho Vermelho”), certas revistas de quadrinhos, que vão povoando a imaginação das crianças de cenas de violências e sangue, de personagens agressivos e medonhos, e de perigos que ameaçaram outras crianças.

Recomendações excessivas


- “Não subam nas árvores, para não caírem

- “Não joguem bola, para não se feriem”

- “Não corram na bicicleta, para não quebrarem a espinha”

- “Não se debrucem na janela, que é muito perigoso”

- “Não tomem chuviscos, para não ficarem tuberculosos”

São lições de poltroneria, de falta de iniciativa, de caráter varonil! O que vale é que, em sua maioria, as crianças as desprezam… E se as não desprezam prejudicam-se!

Vida doméstica

Calma e tranqüila, a vida da família espalha nas crianças confiança e bem-estar. Agitada e procelosa, infunde-lhes desassossego e insegurança, levando-as ao medo difuso, gerador de angústias. Se a família é agitada por brigas do casal, por cenas de alcoolismo ou perturbação mental, não admira sejam os filhos agitados por sobressaltos ao menor ruído ou alteração de vozes…

Evitemos o medo

Não pretendemos extirpar da criança todos os medos. Não creio que seja isto possível aos adultos normais. Por mais fortes que sejamos, temos sempre algum medo, embora não o confessemos com facilidade, pois não é lá muito honroso… Procuremos, contudo, evitá-lo nas crianças.

Dar segurança

Um ambiente de segurança, em que os adultos não falem de medos e não os tenham desnecessariamente, é condição essencial. Medo gera medo; segurança estabelece segurança. Amadas, felizes, sentir-se-ão em garantia as crianças. Mesmo em face de perigos, portem-se os pais com moderação e tranqüilidade, sem espantos, porque espanto produz medo.

Ambiente normal

Dê-se aos pequeninos um ambiente normal, habituando-os aos rumores comuns da casa (sem exagerados silêncios para dormirem), à meia luz do quarto para repouso diurno, à escuridão para a noite (e assim se elimina o medo à escuridão).

A criança forte

É necessário dar à criança confiança em si : sono suficiente, alimento, exercício físico, jogos de bola, corrida, exercícios de bicicleta… Isso lhe dá segurança. Arranhou? Mercúrio-cromo… Quebrou? Engessa… Se os companheiros fazem isto tudo, e ela não o faz, por medo, sentir-se-á inferiorizada. O essencial é educar uma criança sadia de corpo e espírito.

Não meter medo

Vigiar para não se falar do que mete medo às crianças; nem a família, nem as empregadas. E quando elas o ouvirem de estranhos, reduzir as coisas a suas verdadeiras dimensões, apontando o ridículo dos que temem o inofensivo.

Não ridicularizar

Quando a criança tem medo (é impossível não o ter), evite-se ridicularizá-la. Mesmo que não haja motivo real, há o subjetivo: ela vê o perigo, porque crê nele! Ridicularizar outros medrosos está certo; a própria criança não, porque isso a inibe e a inferioriza.

Confiança em Deus

Nós, que não compreendemos a educação sem o fator religioso, devemos valorizar, com a criança, a confiança em Deus: Ele nos protege. Pense a criança em Deus, invoque-O, e fique tranqüila.

Temores benéficos

Sempre que haja um perigo real, a criança deve saber temê-lo, a fim de evitá-lo. O melhor será saber com evitá-lo… A boa educação requer que não apenas se conheçam os perigos, mas se saiba evitá-los – preparando a criança para isto.

O temor de Deus

O grande temor de que o educador deve impregnar seus pupilos é aquele a que o Espírito Santo chama “o princípio da sabedoria” (Prov. 1,7). Quem tem na alma, firme e profundo, o temor de Deus, está em condições de resistir a todos os perigos e vencer todos os temores.

Teme-se o pecado, porque é ofensa ao Pai, muito mais do que pela conseqüência de levar ao inferno. Teme-se o perigo de pecar, porque as fragilidades da natureza não precisam mais de experiências para prová-las. Teme-se as más companhias, porque são elementos de perdição mais perniciosos que o próprio demônio.

Educar para o temor de Deus é educar para a sabedoria, porque o “temor do Senhor é a própria sabedoria” (Jo 28,28). É educar para o horror ao mal e o amor ao bem. É educar para a coragem, a fortaleza, a energia, a coerência – virtudes que estão faltando assustadoramente a nossos contemporâneos. É preparar homens que, em face do dever, saberão cumpri-lo sem olhar conveniências subalternas, porque desconhecem o medo da opinião alheia e não se apavoram dos instáveis julgamentos humanos.

É para esta educação que nos devemos orientar.

(Corrija o seu filho – Mons. Álvaro Negromonte)

Fonte: http://a-grande-guerra.blogspot.com/2009/11/os-filhos-medrosos.html

Sobre filhos e valores, ou melhor, imposição de valores

quinta-feira, 3 setembro, 2009 às 8:47 | Publicado em Bioética / Defesa da Vida, Filhos / Educação dos Filhos, Matrimônio e Família | 1 Comentário
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«O casal nunca abortou um filho – e, como se sabe, o procedimento do aborto movimenta uma indústria de milhões de dólares nos EUA. O motivo da “inconveniência” da família Duggar é que ela vive bem usando roupas usadas e sem receber “dinheiro público” para cuidar de seus filhos.»

Leia n’O Possível e O Extraordinário sobre o casal Duggar, do Arkansas, nos EUA; sobre seus 18 (quase 19) filhos; e principalmente sobre o que isso tem a ver com o dinheiro movimentado pela indústria do aborto.

Paz e Bem!

Dona Ébete volta a atacar

segunda-feira, 20 julho, 2009 às 11:27 | Publicado em Feminilidade / Anti-Feminismo | Deixe um comentário
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Alguém se lembra da Dona Ébete Nuñes? Pra quem não se lembra, basta clicar aqui.

Ela voltou a atacar, desta vez no blog Contra o Aborto, do venerável companheiro de cruzada, William Murat. Mais uma vez, ela deu de cara com alguém vacinado contra seus desvarios. A “quixotesca feminista malufista” está impagável e imperdível. Clica: http://contra-o-aborto.blogspot.com/2009/07/quixotesca-feminista-malufista.html

Paz e Bem!

Teologia do Corpo para jovens

terça-feira, 31 março, 2009 às 16:53 | Publicado em Teologia do Corpo | Deixe um comentário
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A gentileza das legendas foi feita pelo irmão e companheiro de TOB, o amigo Daniel Pinheiro.

Paz e Bem!

Solenidade da Anunciação do Senhor

quarta-feira, 25 março, 2009 às 17:51 | Publicado em Bioética / Defesa da Vida, Fé e Igreja, Virgem Maria | 2 Comentários
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L'Annunciazione (Leonardo da Vinci)

L'Annunciazione (Leonardo da Vinci)

«Spiritus Sanctus superveniet in te, et virtus Altissimi obumbrabit tibi: ideoque et quod nascetur sanctum, vocabitur Filius Dei.»Lc 1,35

“O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus. “

Hoje, 25 de março, a Igreja celebra a Solenidade da Anunciação do Senhor. Foi com as palavras acima que o Arcanjo São Gabriel respondeu à interjeição da Santíssima Virgem, que, após o anúncio do anjo de que seria mãe, quis saber como isso se daria, se ela pura, casta, não conhecia homem algum. Mal imaginava que, sendo mãe do Filho de Deus, se tornaria mãe de toda a humanidade!

“O Verbo se fez carne, e habitou entre nós”. Que gozo! Que júbilo! Quanta alegria para este mundo saber que o próprio Deus, a partir do “fiat” (o “sim”) de uma moça humilde, estaria entre nós, ensinando-nos o bom caminho, e resgatando-nos novamente para a Eternidade.

Devemos ser sempre gratos à Santíssima e Imaculada Mãe do Céu, por nos ter concedido tamanho presente. Milagres sempre podem acontecer na vida de todos aqueles que se fazem dóceis aos designios do Deus Todo-Poderoso. Basta que, como Ela, digamos: faça-se em mim, Senhor, segundo a Tua vontade. Eu quero, Senhor, fazer a tua, e somente a tua vontade.

Por causa da festa da Encarnação do Verbo, hoje é também o Dia Nacional do Nascituro. Que realidade estupenda, saber que o próprio Filho de Deus já foi um dia um embrião humano, um feto! Sem dúvida, leva-nos a refletir um pouco mais sobre o que temos feito pra defender a vida humana em todos os sentidos, e apoiar aqueles que a defendem.

Que Nossa Senhora da Anunciação, o menino Jesus nascituro, e todos os anjos do céu, velem pelas almas de todos aqueles bebezinhos que, rejeitados por suas próprias mães, não chegaram a nascer. Em especial, os gêmeos inocentes assassinados em Recife no início deste mês.

Paz e Bem!

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