Pe. Fábio de Melo apóia a lei da mordaça gay
quinta-feira, 9 junho, 2011 às 8:16 | Publicado em Moral e Sexualidade, Notícias | 3 ComentáriosTags: homossexualismo, mordaça gay, Pe. Fábio de Melo, PL 122/2006

É com tristeza que soube da apologia do Pe. Fábio de Melo, que por sua postura e posicionamenos nem se parece um sacerdote, apoiando a causa da militância gay, que quer transformar em crime qualquer opinião contrária ao comportamento homossexual.
O amigo Jorge Ferraz escreveu este oportuno post em seu blog, ao qual eu assino embaixo.
Ao Pe. Fábio de Melo eu apenas lembro: um dos 7 dons do Espírito Santo é a Fortaleza, que nos proporciona a fibra e a coragem suficientes para fazer aquilo que é certo, ainda que o certo possa nos render prejuízos de ordem financeira, moral ou até nos custar a vida. Alguns chamam este dom de “o dom dos mártires”. O Pe. Fábio de Melo parece não possuir este dom, pois ele vem colocando o respeito humano e o discurso politicamente correto ACIMA DO EVANGELHO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.
Rezemos pela fidelidade dos sacerdotes.
Pax et Bonum!
Adoção por duplas homossexuais
quarta-feira, 28 abril, 2010 às 17:57 | Publicado em Moral e Sexualidade | Deixe um comentárioTags: adoção, casamento, casamento gay, Família, gay, homossexuais, homossexualidade, homossexualismo, matrimônio
A respeito da recente notícia:
STJ mantém adoção por lésbicas
Reproduzo artigo do Prof. Carlos Ramalhete.
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UM PROBLEMA DE DEFINIÇÃO
Por Prof. Carlos Ramalhete
A diferença maior entre uma sociedade saudável e uma sociedade em franco processo de decadência é a manutenção de uma ordem relativamente conforme à natureza humana. Quando uma sociedade perde os critérios naturais, o orgulho dos homens sempre a conduz a tentativas de substituição do natural por invencionices auto-destrutivas.
Um tal caso é o da confusão atualmente em curso entre casais naturais, feitos de homem e mulher unidos para o auxílio mútuo e a procriação, e as chamadas uniões homoafetivas. Aqueles são uma instituição natural, sem a qual uma sociedade não pode perdurar. Estas são um fenômeno diverso, que não pode ser comparado com uma união matrimonial natural.
Pode haver um componente sexual numa união afetiva, como pode não haver. Em termos práticos, não há razão alguma para que seja tratada diferentemente pelo Estado a dupla do mesmo sexo que vive junta e tem relações sexuais, a dupla de irmãs solteironas que vivem juntas e a comunidade de hippies ou religiosos. O que ocorre sem vítimas entre quatro paredes não é da alçada do Estado, e não pode ser usado por ele para criar equivalências ao matrimônio natural.
Faz-se hoje uma daninha confusão entre o matrimônio e algumas uniões que por sua própria natureza não podem levar à continuação natural da sociedade através da procriação. Esta confusão é tanto mais estranha em um momento social em que o sexo é tratado como ato meramente fisiológico, tendo por fim o prazer e excluindo a procriação. Problemas reais e antigos, como a partilha de patrimônio construído em conjunto por pessoas que vivem juntas – irmãs solteironas ou duplas de amigos, com ou sem sexo – , já são tratados como desculpa para aplicar a uniões que não são matrimônios as regras matrimoniais… desde que haja sexo.
O problema deveria ser resolvido deixando cada um definir para quem vão os seus bens; não interessa ao Estado saber se há sexo com os herdeiros desejados. Mas não: se há sexo, vira sucedâneo de matrimônio. Se não há, azar de quem ajudou a construir um patrimônio! O Estado invade os quartos de dormir e faz do sexo a origem do matrimônio, ao mesmo tempo em que prega que sexo é um ato fisiológico a ser feito por todos, solteiros ou casados. Contradição, teu nome é decadência!
Desta confusão surge outra: se a união de solteiros que fazem sexo vira um matrimônio por uma penada do juiz ou legislador, a adoção de uma criança passa a ser desejada e tida como o próximo passo para a criação de uma “família” à moda Frankenstein.
Trata-se de uma crueldade para com a criança, uma crueldade que o Estado não tem o direito de fazer. O Estado não pode impor a uma criança passar o resto da vida tentando explicar que em seus documentos há dois “pais” ou duas “mães”, e nenhum membro do outro sexo. Uma pessoa que entregue seu filho para que seja criado por uma dupla de solteiros do mesmo sexo – mais uma vez, com ou sem sexo – está esticando ao limite o seu pátrio poder. Já o Estado deve ter limites muito mais rígidos, por agir em nome de todos.
Quando uma criança é entregue ao Estado, ele deve agir com a máxima prudência e não se desviar do mais comum e do mais estabelecido; agindo em nome do povo, ele é obrigado moralmente a fazer o uso mais conservador e mais restrito do pátrio poder, que recebeu por substituição temporária e não lhe pertence.
Não é à toa que ao cidadão é permitido fazer o que a lei não proíbe, e ao Estado é proibido fazer o que a lei não autoriza: o Estado deve agir de forma contida e conservadora, ou estará indo além de seu papel e de suas prerrogativas. Ao Estado não compete fazer revolução.
Na adoção, é necessário evitar toda e qualquer situação incomum e manter-se nos estritos limites do natural; tal como o Estado não pode registrar como “pais” de uma criança uma comunidade (hippie, religiosa, etc.), tampouco pode fazê-lo com uma dupla do mesmo sexo que se vê como casal. Isto seria colocar a criança em uma situação atípica, forçando-a a passar a vida explicando que, sem ter escolha,tornou-se a vanguarda de uma tentativa de revolução contra a natureza.
Livre cópia na íntegra com menção do autor
Prof. Carlos Ramalhete, filósofo e professor
Publicado originalmente na Gazeta do Povo.
A respeito da promoção do homossexualismo nas escolas
quinta-feira, 22 abril, 2010 às 17:22 | Publicado em Filhos / Educação dos Filhos, Moral e Sexualidade | 1 ComentárioTags: adolescência, adolescentes, educação sexual, escola, gay, homossexualidade, homossexualismo, infância, orientação sexual
Lendo a newsletter semanal da Zenit, uma manchete me chamou a atenção:
Pediatras americanos: “não estimulem a confusão sexual entre os adolescentes”[1]
A notícia traz informações interessantes sobre um recente anúncio do American College of Pediatricians (ACP), dos resultados de uma série de estudos que mostram que os casos [específicos] de desejo adolescente de ser do sexo oposto não constituem indícios de tendência homossexual, mas sim, um estágio de desenvolvimento absolutamente normal e temporário.
A ACP deixou bem claro que crianças e adolescentes que apresentam Desordem de Identidade de Gênero (desejo de ser do sexo oposto) perdem estas tendências durante a puberdade, se este comportamento não for reforçado.
«Os pesquisadores, Zucker e Bradley, afirmam que, quando os pais ou outros adultos estimulam uma criança ou adolescente a se comportar ou ser tratado como se fosse de outro sexo, é reforçada a confusão, e a criança é assim condicionada a uma conduta dolorosa e sofrida sem necessidade.»
Tom Benton, presidente da mesma associação de pediatras, enviou recentemente um comunicado a 14.800 inspetores de ensino nos EUA afirmando que “as escolas não devem reforçar tais desordens”, sob o risco de desempenhar um papel negativo no desenvolvimento das crianças e adolescentes.
A notícia diz ainda que a ACP mantém na internet um site sobre o tema: www.factsaboutyouth.com (em inglês), onde pais e educadores podem obter mais informações sobre os temas relacionados ao amadurecimento afetivo e sexual dos adolescentes.
Fui ao site pra dar uma examinada no conteúdo e fiquei muito satisfeito em perceber que aqueles pediatras não se intimidam em contrariar a “gaystapo”, combatendo o lobby do movimento gay pra que o homossexualismo seja ensinado nas escolas.
Em carta aberta aos educadores assinada pela associação em 2008[2], estes alertavam sobre a pressão absurda que as autoridades educacionais estavam sofrendo (e imagino que hoje, dois anos depois, a coisa não deve estar diferente, mas pior), para que a “educação homossexual” fosse incluída no currículo escolar. Tais organizações (eram 13) recomendaram através de uma cartilha chamada Just the Facts about Sexual Orientation and Youth a promoção do homossexualismo como um traço normal e imutável, que deve ser aprovado desde o jardim da infância. As organizações do lobby gay também condenam todo tipo de esforço no sentido de oferecer tratamento para estudantes confusos a respeito de seu gênero, defendendo ao invés disso a criação de grupos de estudantes que assegurem comportamentos e atrações homossexuais.
O American College of Pediatricians discordou da coalizão de organizações gayzistas que propunham as medidas acima com argumentos científicos:
- A origem da atração homossexual é determinada por uma combinação de influências familiares, ambientais e sociais. Para certos indivíduos a herança de traços de personalidade predisposta também podem desempenhar algum papel nisso.
- Por não ser, a atração sexual, necessariamente uma escolha consciente, ela é mutável para muitos indivíduos.
- Declarar e aprovar uma atração pelo mesmo sexo apresentada durante os anos da adolescência é prematuro e pode ser prejudicial.
- Muitos jovens com atrações homossexuais passaram por uma educação problemática, incluindo casos de abuso sexual, e estão em necessidade de terapia.
- O estilo de vida homossexual acarreta graves riscos à saúde.
- A terapia para reorientação sexual pode ser efetiva. Estudantes e pais devem estar cônscios de todas as opções terapêuticas disponíveis.
- A cartilha Just the Facts é baseada em opiniões e suposições das organizações sobre a homossexualidade adolescente, e não sobre citações de pesquisas baseadas em evidências.
Terminam dizendo o óbvio, mas que poucos têm a coragem de dizer hoje em dia: “independente da orientação sexual do indivíduo, a atividade sexual é uma escolha consciente. Qualquer atividade sexual fora de uma relação monogâmica, heterossexual, e matrimonial, traz riscos à saúde“.
A ciência, mais uma vez, confirma a Igreja. Parabéns à ACP. Será que no Brasil temos uma Associação médica com a honestidade destes Pediatras Americanos?
Eu ficaria muito feliz em receber um positivo.
Paz e Bem!
[1] http://www.zenit.org/article-24586?l=portuguese
[2] http://factsaboutyouth.com/posts/on-the-promotion-of-homosexuality-in-the-schools/
O que é o Matrimônio?
terça-feira, 23 fevereiro, 2010 às 16:43 | Publicado em Matrimônio e Família, Moral e Sexualidade, Teologia do Corpo | 7 ComentáriosTags: casamento, casamento gay, Christopher West, Família, homossexualidade, homossexualismo, matrimônio, Teologia do Corpo, Theology of the Body, TOB, união homo-afetiva
Os E.U.A. estão passando por uma fase terrível. Revolucionários, progressistas, modernistas, e vários outros tipos de “istas” estão pressionando os governos dos Estados para que o “casamento entre pessoas do mesmo sexo” se torne lei.
Várias organizações católicas têm feito frente à esse ataque frontal à Família, fazendo uma contra-revolução em busca de tornar sempre claro o que é, de fato, o matrimônio, pois quando entendemos qual é a natureza e os propósitos do matrimônio, percebemos que o “casamento gay” é impossível, a despeito do que diz ou possa vir a dizer no futuro a lei civil.
Christopher West, renomado divulgador da Teologia do Corpo do Papa João Paulo II, nos traz este elucidativo artigo.
Recortem, e colem nos murais de suas paróquias!
Pax et Bonum!
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O QUE É O MATRIMÔNIO?
Por Christopher West
Um homem pode se casar com outro homem? Uma mulher pode se casar com outra mulher? Um homem pode se casar com várias mulheres ao mesmo tempo, ou uma mulher com vários homens? Um homem pode se casar com sua irmã ou com sua mãe? Seu irmão, ou seu pai? Uma mulher pode se casar com seu irmão ou seu pai? Sua irmã, ou sua mãe?
Todas estas questões são agora relevantes em nossa cultura. Elas não podem ser apropriadamente respondidas a menos que saibamos o que é o matrimônio. Como católicos, nós temos um incrível corpo de ensinamentos para que entendamos o sentido e o propósito do matrimônio. Comecemos com uma definição básica advinda da Lei Canônica e do Concílio Vaticano II.
O matrimônio é comunhão íntima, exclusiva e indissolúvel de vida e de amor assumidas por um homem e uma mulher como designado pelo Criador para o propósito do seu próprio bem e da procriação e educação dos filhos. Esta aliança entre pessoas batizadas foi elevada por Nosso Senhor Jesus Cristo à dignidade de Sacramento.
Comunhão íntima de vida e de amor: O matrimônio é a mais próxima e mais íntima de todas as relações humanas. Ele envolve a partilha da totalidade da vida de uma pessoa com seu(ua) esposo(a). O matrimônio pede uma mútua entrega de si mesmo tão íntima e completa que os esposos — sem perder sua individualidade — tornam-se “um”, não somente no corpo, mas também na alma.
Comunhão exclusiva de vida e de amor: Como uma mútua doação de duas pessoas um para o outro, esta união íntima exclui a possibilidade de outra união com qualquer outra pessoa. Ela demanda a fidelidade total dos esposos. Esta exclusividade também é essencial para o bem dos filhos do casal.
Comunhão indissolúvel de vida e de amor: Marido e esposa não são unidos por emoções passageiras ou meras inclinações eróticas as quais, egoísticamente buscadas, vão-se facilmente. Eles são unidos em autêntico amor conjugal pelo firme e irrevogável ato de sua própria vontade. Uma vez que seu mútuo consentimento foi consumado pela relação sexual, uma ligação inquebrantável é estabelecida entre os esposos. Para os batizados, esta ligação é selada pelo Espírito Santo e se torna absolutamente indissolúvel. Por isso, a Igreja não ensina tanto que o divórcio é errado, mas que o divórcio é impossível, apesar de suas implicações civis.
Assumidas por um homem e uma mulher: A complementaridade dos sexos é essencial para o matrimônio. Não é que dois homens (ou duas mulheres) não possam se casar porque “a Igreja não deixa”. Se compreendermos o que o matrimônio é, nós veremos com bastante clareza que é impossível que membros do mesmo sexo contraiam matrimônio.
Como designado pelo Criador: Deus é o autor do matrimônio. Ele inscreveu o chamado para o matrimônio em nosso próprio ser criando-nos como homens e mulheres. Nós, portanto, não podemos alterar a natureza e os propósitos do matrimônio.
Para o propósito do seu próprio bem: “Não é bom que o homem esteja só” (Gen 2,18). Reciprocamente, é pelo seu próprio bem, para seu benefício, enriquecimento e, por último, para sua salvação, que um homem e uma mulher unem suas vidas em matrimônio.
Procriação e educação dos filhos: Os filhos não são acrescentados ao matrimônio e ao amor conjugal, mas brota do próprio coração dessa auto-doação mútua entre os esposos, como fruto e realização. A exclusão intencional dos filhos, então, contradiz a própria natureza e propósito do matrimônio.
Aliança: Enquanto o matrimônio envolve um contrato legal, uma aliança vai além dos mínimos direitos e responsabilidades garantidos por um contrato. Uma aliança exige dos esposos uma partilha do amor livre, total, fiel e fecundo de Deus. Pois é Deus quem, à imagem de sua própria Aliança com seu povo, une os esposos em uma forma mais compromitente e sagrada que qualquer contrato humano.
A dignidade de sacramento: O matrimônio entre pessoas batizadas é um sinal eficaz da união entre Cristo e a Igreja, e, como tal, é um canal de graças. Isto é, o matrimônio — porquanto a união entre o homem e a mulher verdadeiramente simboliza o amor de Cristo pela Igreja — realmente comunica o amor de Cristo aos esposos e, através deles, para todo o mundo.
Tradução livre: Fabrício L. Ribeiro | Original em: http://tobinstitute.org/newsItem.asp?NewsID=54
“Sereis como deuses…”
terça-feira, 16 fevereiro, 2010 às 7:50 | Publicado em Bioética / Defesa da Vida | 2 ComentáriosTags: adultério, casamento gay, Direitos Humanos, Família, homossexualidade, homossexualismo, Lula, matrimônio, Pe. Lodi, Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, PNDH-3, pró-vida, Pró-Vida Anápolis, Pró-Vida de Anápolis, propriedade, propriedade privada, PT, símbolos, símbolos religiosos
“Sereis como deuses…”
(a promessa do Presidente Lula no seu Programa Nacional de Direitos Humanos)
Adão e Eva podiam comer de todas as árvores do jardim. A única proibição era que eles decidissem por si mesmos o que é bem e o que é mal (Gn 2,16-17).
A serpente enganou o primeiro casal dizendo que a felicidade deles estaria em desobedecer a Deus. Comendo do fruto proibido, eles estariam agindo “como deuses, versados no bem e no mal” (Gn 3,5). Ser livre para satisfazer os próprios caprichos, sem se importar com as leis que o Criador inscreveu na natureza: eis a libertação do homem!
Todos nós conhecemos as tristes consequências dessa rebelião contra Deus, dessa reivindicação de uma falsa autonomia diante do Criador.
* * *
No dia 21 de dezembro de 2009, às vésperas da Solenidade do Natal do Senhor, o presidente Lula presenteou os brasileiros com o Decreto 7037/2009[1], que aprovou o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Ao povo foi oferecido o direito de agir ignorando a Deus e não se importando com as leis naturais.
“Não matarás” (Ex 20,13)
Segundo Lula, seremos felizes não se respeitarmos a vida, mas se tivermos o direito de matar. Por isso o governo pretende “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomiadas mulheres para decidir sobre seus corpos” (Eixo orientador IV, diretriz 9, objetivo estratégico III ação programática g).
Usando a inverdade de que existem casos em que o aborto é “legal” no Brasil, o Estado já vem financiando sua prática em nossos hospitais. É desejo do governo “implementar mecanismos de monitoramento dos serviços de atendimento ao aborto legalmente autorizado (sic), garantindo seu cumprimento e facilidade de acesso” (Eixo Orientador IV, diretriz 17, objetivo estratégico II, ação programática g).
“Homem e mulher os criou” (Gn 1,27)
Segundo Lula, a complementaridade natural dos sexos não precisa ser respeitada. Essa lei, segundo a qual somente um homem e uma mulher podem casar-se entre si, é apelidada de “heteronormatividade”. O governo se propõe “desconstruir” essa regra, reconhecendo novas formas de família. Pretende “reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares (sic) constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, com base na desconstrução da heteronormatividade (sic)” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V, ação programática d). Pretende ainda “apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo” e “promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos” (Idem, ações programáticas b, c).
Tão grande é a autonomia proposta pelo governo, que ninguém deve ser obrigado sequer a aceitar o próprio sexo. Quem estiver insatisfeito, pode ir ao SUS a fim de fazer uma cirurgia “transexualizadora”. O decreto promete “garantir o acompanhamento multiprofissional a pessoas transexuais que fazem parte do processo transexualizador no Sistema Único de Saúde e de suas famílias” (Eixo orientador III, diretriz 7, objetivo estratégico IV, ação programática p).
“Não cometerás adultério” (Ex 20,14)
Em matéria sexual, o governo oferece a felicidade através da liberdade. Todos devem ter direito à “livre orientação sexual” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V). Não deve haver liberdade, porém, para se opor ao homossexualismo. Essa conduta, apelidada de “homofobia”, deve ser combatida pelo Estado. Para isso, o governo pretende “fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), principalmente a partir do apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia (sic) e de núcleos de pesquisa e promoção da cidadania daquele segmento em universidades públicas” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V, ação programática g).
A prostituição não deve ser combatida, mas reconhecida como uma profissão. Segundo o governo, é preciso “garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão” (Eixo Orientador III, diretriz 7, objetivo estratégico VI, ação programática n). Pretende-se ainda quebrar a imagem negativa das mulheres prostitutas: “realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo” (Eixo orientador III, diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática h).
“Não roubarás” (Ex 20,15)
Um dos grandes entraves do governo petista em seu apoio às invasões de terra é a ação de reintegração de posse. Por esse meio processual, o proprietário tem restituído o direito à posse de que havia sido privado pelo invasor. O decreto do presidente Lula dá a entender que se pretende dificultar o cumprimento dessas ordens judiciais: “propor projeto de lei voltado a regulamentar o cumprimento de mandados de reintegração de posse ou correlatos, garantindo a observância do respeito aos Direitos Humanos” (Eixo orientador IV, diretriz 17, objetivo estratégico VI, ação programática b). De fato, se invadir propriedade privada é um direito humano, é lógico que o governo queira mudar a lei para garantir o exercício desse direito.
“Amarás o Senhor teu Deus” (Dt 6,4)
Se, conforme pensa o governo, Deus é inimigo do homem por cercear sua liberdade, é necessário expulsar a Deus. Por isso o decreto prevê “desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico VI ,ação programática c). A preocupação de Lula é compreensível: a presença de um crucifixo nos prédios dos Ministérios, do Congresso Nacional e dos Tribunais é incômoda para os que pretendem condenar inocentes à morte.
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Como ocorreu no jardim do Éden, as promessas de Lula são ilusórias. O convite à liberdade esconde uma dura escravidão.
Se, por exemplo, são direitos humanos o aborto, o homossexualismo e a prostituição, o governo pretende punir os que ousarem falar contra esses “direitos”. O decreto prevê diversas penalidades para os meios de comunicação social que contrariarem sua ideologia: “propor a criação de marco legal regulamentando o art. 221 da Constituição, estabelecendo o respeito aos Direitos Humanos nos serviços de radiodifusão (rádio e televisão) concedidos, permitidos ou autorizados, como condição para sua outorga e renovação, prevendo penalidades administrativas como advertência, multa, suspensão da programação e cassação, de acordo com a gravidade das violações praticadas” (Eixo Orientador V, diretriz 22, objetivo estratégico I, ação programática a).
Como se vê, estamos às portas de uma ditadura.
Quem assinou o decreto?
O decreto 7037/2009 traz a assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seus ministros. Entre eles figura Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência da República. Conclusão de tudo isso: um cristão não pode votar no Partido dos Trabalhadores.
Anápolis, 11 de fevereiro de 2010
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
[1] Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Decreto/D7037.htm. O decreto foi publicado no Diário Oficial da União em 22/12/2009.
Perigo no Senado Federal: PEC do Divórcio Instantâneo incluído na pauda de 06 de outubro
terça-feira, 6 outubro, 2009 às 11:05 | Publicado em Matrimônio e Família | Deixe um comentárioTags: divórcio, Divórcio Express, Divórcio Instantâneo, Família, homossexuais, homossexualismo, IBDFAM, matrimônio, Pe. Lodi, Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, pró-vida, Pró-Vida Anápolis, Pró-Vida de Anápolis
Posto aqui, conforme recebi por e-mail:
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PEC DO DIVÓRCIO INSTANTÂNEO INCLUÍDA NA PAUTA DE 6 DE OUTUBRO
Entidade pró-homossexualismo (IBDFAM) envia ofício ao Senado em apoio à matéria
É necessário manifestar-se urgentemente usando o Alô Senado 0800 612211
Está para ser votada no dia 6 de outubro a Proposta de Emenda Constitucional 28/2009, que “dá nova redação ao § 6º do art. 226 da Constituição Federal, que dispõe sobre a dissolubilidade do casamento civil pelo divórcio, suprimindo o requisito de prévia separação judicial por mais de 1 (um) ano ou de comprovada separação de fato por mais de 2 (dois) anos”.
Talvez por causa dos protestos que a proposta vinha recebendo, os senadores decidiram em agosto postergar a votação para setembro. No dia 13/08/2009, o Senado Federal aprovou o Requerimento nº 1.015, de 2009, de adiamento da discussão da PEC 28/2009 para o dia 24 de setembro de 2009.
A matéria não foi apreciada nos dias 24, 29, 30 de setembro, nem no dia 1º de outubro. Está na pauta do dia 6 de outubro. Poderá ou não ser votada. De qualquer maneira, é preciso estar atento e entrar em contato com os senadores pedindo que votem pela sua rejeição.
O Instituto Brasileiro de Direito de Família (que milita em favor do “casamento” pessoas do mesmo sexo) enviou ao Senado o Ofício n.º 51/2009, manifestando seu apoio à aprovação da PEC 28/2009. (Ver apoio do IBDFAM em http://www.ibdfam.org.br, que considera a PEC uma “revolução paradigmática“)
Essa proposta (PEC 28/2009), oriunda da Câmara, de autoria do deputado Antonio Carlos Biscaia, recebeu no Senado parecerfavorável do relator Senador Demóstenes Torres (DEM/GO), que foi aprovado em .
Atualmente, assim se exprime a Constituição Federal acerca do divórcio:
Art. 226, §6º – O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos.
A PEC 28/2009 pretende simplesmente suprimir o texto acima sublinhado, dando ao dispositivo a seguinte redação:
Art. 226, §6º – O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio.
Isso significa que o legislador ordinário poderá, se quiser, instituir o divórcio sem quaisquer condições: sem prévia separação judicial, sem prazo de convivência, sem prévia separação de fato…
Se essa proposta de emenda for aprovada, o que deve acontecer em breve, não haverá mais nenhum obstáculo constitucional ao divórcio instantâneo, que tanto estrago fez e está fazendo à família espanhola. Casa-se hoje. Divorcia-se amanhã. Recasa-se depois de amanhã.
Se não fizermos alguma coisa, acabará o resíduo de proteção à família que a Constituição promete no caput do mesmo artigo 226: “A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado“.
Para que se tenha uma idéia da gravidade e da urgência da situação, relato o que ocorreu na Espanha:
Em 17 de novembro de 2007, o jornal italiano Avvenire noticiava que a Espanha estava sendo devastada pela lei do “divórcio express”, introduzida em 2005 pelo Partido Socialista Operário Espanhol. Essa lei permite o fim da união matrimonial por decisão de uma das partes, sem necessidade de separação prévia ou de explicar as razões. O Instituto Nacional de Estatística registrou em 2006 um aumento de 330% de divórcios entre casais casados a menos de um ano. A Espanha tornou-se o país da Europa com maior índice de divórcios.
Em 8 de julho de 2009, a ACI Digital noticiava “Mais de 500 mil separações demonstram efeito nefasto da lei do divórcio express”. Esse foi o número de divórcios na Espanha depois de quatro anos em vigor da lei, com prejuízo incalculável para os cônjuges, para os filhos e para a sociedade em geral.
MANIFESTE-SE USANDO O “ALÔ SENADO”
O procedimento é simples e gratuito. Primeiro, tenha em mãos o número de seu CEP. Depois disque gratuitamente 0800 612211 A telefonista do “Alô Senado” atenderá perguntando o seu nome. Perguntará se é a primeira vez que você liga para o “Alô Senado”. Depois, ela perguntará o número do seu CEP, a fim de fazer sua ficha, para novas ligações. Feita sua ficha, ela anotará sua mensagem, que pode ser, por exemplo:
Quero que os senadores votem pela rejeição total da PEC 28/2009, que abre caminho para o divórcio instantâneo no país. A família merece proteção constitucional.
Depois de ter anotado com atenção sua mensagem, a telefonista perguntará a quem você quer enviar a mensagem.
Você pode responder: a todos os senadores.
E ainda poderá acrescentar: Quero que os senadores de meu Estado usem a tribuna para protestar contra a PEC 28/2009
É fácil e é grátis. Ligue e ensine outros a ligar. Coragem!
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MANIFESTE-SE USANDO O SÍTIO DO SENADO FEDERAL
Você pode também ir até o sítio do Senado para se manifestar.
Navegue até http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado
Preencher o campo “Remeter para” com “Comissão e Liderança”
Preencher o campo “Destinatário” com “Todos os Senadores”.
Clique em “Solicitação”
Preencha os campos “Remente”, “E-mail”, “Telefone”, “Cidade” e “UF” (obrigatórios)
Escreva a mensagem no campo “Sua mensagem”. Pode ser, por exemplo:
Quero que os senadores votem pela rejeição total da PEC 28/2009, que abre caminho para o divórcio instantâneo no país. A família merece proteção constitucional.
Preencha os dados pessoais marcados com asterisco.
Clique em Enviar.
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Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 456
75024-970 Anápolis GO
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“Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto”
Estudo revela abundantes casos de pedofilia homossexual no sistema que cuida das crianças órfãs
segunda-feira, 21 setembro, 2009 às 8:46 | Publicado em Filhos / Educação dos Filhos, Moral e Sexualidade | Deixe um comentárioTags: abuso, abuso de menores, adoção, Família, homossexualismo, infância, pedofilia
Estudo revela abundantes casos de pedofilia homossexual no sistema que cuida das crianças órfãs
Mary Rettig
(AgapePress) — Um pesquisador pró-família afirma que um estudo preocupante sobre o abuso de crianças órfãs (sob a supervisão do governo em lares temporários ou não) demonstra uma necessidade real de mais informações. O foco de sua preocupação imediata é um estudo do Instituto de Pesquisa de Família envolvendo o sistema público que cuida das crianças órfãs. O estudo revelou que uma percentagem desproporcionalmente elevada de casos de abuso sexual era de natureza homossexual.
O Dr. Paul Cameron do Instituto de Pesquisa de Família declara que o estudo mostrou que mais de um terço dos casos de abuso sexual dentro do sistema que cuida de crianças órfãs no Estado de Illinois eram incidentes homossexuais, e ele crê que esses números refletem o resto dos Estados Unidos. No entanto, o médico observa que um grande problema na hora de impedir tais abusos [no país inteiro] é que é extremamente difícil de obter informações de outros estados.
Cameron sente que é extremamente importante saber mais sobre essa situação trágica, e ele está suplicando ao público que pressione os que podem ajudar a tratar dessa situação. “O que precisamos”, diz ele, “e o que eu pediria que vocês fizessem é que se um político no estado em que vocês vivem afirma que [suas autoridades estão] preocupadas com isso, então por favor façam com que esse político revele essas informações ao público”.
Embora o estudo de Illinois não tivesse investigado para descobrir se os pais adotivos pedófilos eram homossexuais, o porta-voz do Instituto de Pesquisa da Família sente que suas revelações chocantes deveriam ser consideradas com todo o cuidado e tratadas com a devida seriedade. “Nesse estudo, descobrimos que 34 por cento dos estupros foram cometidos por homossexuais. Isso é totalmente inaceitável”, diz ele.
Cameron mostra que a Associação Americana de Psicologia declarou em 2004 seu apoio aos esforços para permitir que homossexuais adotem crianças ou prestem assistência a crianças órfãs. No entanto, o médico sustenta que tais associações profissionais podem estar tão emaranhadas nas tão chamadas causas de direitos iguais que ninguém se lembre do bem-estar das crianças. E o pesquisador observa que, lamentavelmente, as crianças órfãs que estão sob os cuidados do governo tendem de modo especial a acabar sendo tratadas como mercadorias. Contudo, avisa ele, embora essas crianças sejam descartadas pela sociedade, essa mesma sociedade sofrerá as conseqüências mais tarde pelos problemas que essas jovens vítimas causarão quando se tornarem adultas.
Cameron espera que o estudo do Instituto de Pesquisa de Família envolvendo pedofilia no sistema que cuida de órfãos levará a uma mudança nas políticas sobre pais adotivos, apesar das tão chamadas questões de igualdade. E ele espera que mais estudos sejam feitos e mais informações sejam dadas ao público sobre a importante questão envolvendo o bem-estar das crianças em toda a sociedade.
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Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/
Fonte: http://headlines.agapepress.org/archive/3/afa/142005d.asp
Cardeal Pujats: Família x homossexualismo
segunda-feira, 16 março, 2009 às 14:49 | Publicado em Fé e Igreja, Moral e Sexualidade | 1 ComentárioTags: Cardeal Janis Pujats, Cardeal Pujats, Família, familiar, Fátima em Foco, homossexual, homossexualidade, homossexualismo, matrimônio, Revista Catolicismo, sexo, Sexualidade
Achei importante destacar aqui esta entrevista do Cardeal Janis Pujats, Arcebispo de Riga, capital da Letônia, porque vejo que muitos cristãos, católicos principalmente, acham que o homossexualismo é uma questão de foro íntimo, uma “opção” sexual legítima, e acham que não há nenhum motivo para preocupação e para participação na luta contra os supostos “direitos dos homossexuais”.
Não, o homossexualismo não é uma opção sexual, mas uma perversão sexual. Um desvio de conduta que leva o ser humano pra longe do que ele foi criado para ser. Longe do amor verdadeiro.
E não, o homossexualismo não é uma questão de foro íntimo. Uma sociedade cujas leis defendam e promovam uma depravação sexual grave como esta será uma sociedade totalmente transformada, com seus valores ameaçados, e a principal ameaça é contra a sua instituição mais básica e mais fundamental: a família.
O cristão não pode ser indiferente ao problema do homossexualismo. Como diz o próprio Cardeal Pujats:
“São indiferentes ao problema do homossexualismo os que não crêem em Deus e os cristãos que não consideram a sua fé como algo importante.”
Trago agora a entrevista do Cardeal Pujats, conforme publicada na Revista Catolicismo, e reproduzida no site Fátima em Foco On-line.
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Perversões sexuais não são direitos humanos
O Cardeal Pujats, Arcebispo de Riga, capital da Letônia, esclarece o problema do homossexualismo, indica meios para lutar contra essa prática pecaminosa e expõe as razões pelas quais ele a combate, pois não se trata de uma orientação sexual, mas de perversão sexual

Cardeal Janis Pujats, da Letônia
Em 1984, o Cardeal Janis Pujats, quando ainda simples sacerdote, foi declarado pela KGB persona non grata e transferido para uma paróquia do interior de sua pátria, a Letônia, então dominada pelo regime comunista. Basta este fato para nos revelar o quanto ele é sumamente persona grata para os católicos.
Nascido em Navireni, no ano de 1930, foi ordenado sacerdote em 1951. Lecionou História da Arte e Liturgia no seminário da capital da Letônia. De 1979 a 1984 foi vigário-geral da arquidiocese de Riga.
Em 1988 recebeu o título de prelado honorário do Papa, tendo sido nomeado arcebispo em 1991. Sete anos depois foi designado por João Paulo II Cardeal de Riga – primeiramente “in pectore”, e três anos mais tarde tal nomeação foi dada a público.
Sua Eminência o Cardeal Pujats é um baluarte na luta contra a difusão do homossexualismo, atuando publicamente contra as chamadas “paradas homossexuais”, e apelando ao governo letão para que proíba tais manifestações.
O cardeal concedeu entrevista a nosso colaborador Sr. Valdis Grinsteins, também de origem letã, por ocasião de sua recente viagem à Letônia.
Catolicismo – O que favorece a expansão do homossexualismo?
Cardeal Pujats – De um lado, o homossexualismo é favorecido pelo enorme culto do sexo, que se propaga através dos meios modernos de comunicação de massa, e também pelo fato de que esse vício tem sido até oficialmente promovido em alguns países, em nome dos mal-entendidos “direitos do homem”. De outro lado, o caminho para o homossexualismo é aberto pela falta de fé e pelo enpedernimento moral de grande parte da sociedade.
Bispos dos EUA usam “YouTube” para defender Matrimônio Tradicional
segunda-feira, 3 novembro, 2008 às 14:39 | Publicado em Matrimônio e Família, Moral e Sexualidade | 1 ComentárioTags: Arizona, Califórnia, casamento, Dom José Gomez, Dom Joseph Kurtz, EUA, Família, Flórida, homossexualidade, homossexualismo, liberdade religiosa, matrimônio, união homo-afetiva, vida
Leiam a notícia abaixo:
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Bispos dos EUA usam “YouTube” para defender Matrimônio Tradicional
Washington, 03 nov (RV) – Os cidadãos de Califórnia, Flórida e Arizona serão chamados, amanhã, a declararem-se contrários ou favoráveis ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Na prática, os eleitores deverão decidir limitar expressamente o matrimônio às uniões entre um homem e uma mulher.
Em vista deste referendo, a Comissão Episcopal para a Diversidade Cultural na Igreja produziu dois vídeos que foram inseridos no Youtube. A mensagem é lida por dois prelados: Dom Joseph Kurtz, em inglês, e por Dom José Gomez, em espanhol. Nela, os bispos afirmam que equiparar as uniões homossexuais ao matrimônio é uma idéia falsa e, em alguns casos, imposta por uma minoria.
Se esta idéia for aprovada, advertem, vai se criar uma confusão sobre o autêntico significado do matrimônio – uma confusão que poderia se difundir e ter enormes conseqüências jurídicas na educação das crianças e para a liberdade religiosa.
Em especial, “as crianças seriam obrigadas a aprender que o casamento é uma relação de amor como outra qualquer e poder-se-ia impedir à Igreja de difundir seus ensinamentos acerca da natureza especial do amor entre um homem e uma mulher”. (BF)
Fonte: Rádio Vaticano
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Como é bom ver bispos fiéis ao Santo Padre, trabalhando pela Causa do Reino de Deus. Rezemos à Virgem Maria, para que ela interceda para que os sucessores dos apóstolos sejam sempre fiéis à sua missão de guiar o rebanho de Cristo em direção ao Caminho, à Verdade e à Vida, ou seja, o próprio Cristo.
«O matrimônio não é algo que nós podemos reinventar ou mudar para atender aos nossos próprios propósitos.»
– Bispos Norte-Americanos
Seguem os vídeos (em inglês e espanhol) para quem se interessar por assistir:
EM INGLÊS – “Marriage is not something we invent or change to suit our own purposes,” explains Archbishop Joseph Kurtz, the Archbishop of Louisville, and chair of a bishops’ committee to defend marriage as only the union of a man and a woman:
http://www.youtube.com/watch?v=Lh_81zsW6U8
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EM ESPANHOL – “El matrimonio no es algo que podamos inventar o cambiar para servir a nuestros propios propósitos”, explica el Arzobispo José Gomez, Arzobispo de San Antonio, en este comentario que defiende el matrimonio como la unión solamente de un hombre y una mujer:
http://www.youtube.com/watch?v=IwCAXQhqd-Q
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Paz e Bem!
Duas iniciativas…
quarta-feira, 8 outubro, 2008 às 23:12 | Publicado em Bioética / Defesa da Vida, Matrimônio e Família, Moral e Sexualidade | Deixe um comentárioTags: amor, casamento, Catholic Vote, Família, homossexualismo, Marriage Matters to Kids, matrimônio, vida
…dos americanos que eu gostaria de ver reproduzidas [ou copiadas] no Brasil.
Os dois links abaixo levam a dois websites de duas campanhas importantíssimas empreendidas por católicos norte-americanos. Gostaria muito de ver algo semelhante sendo feito no Brasil. Vejam:
Marriage Matters to Kids (www.marriagematterstokids.org) – Este site pretende ensinar a verdade sobre o matrimônio, mostrando que ele é definido pela lei natural, e não por leis humanas que pretendem principalmente nos EUA, “redefiní-lo”. E mostra o quanto é importante pras crianças crescer num ambiente verdadeiramente familiar, onde um pai e uma mãe cumprem seus papéis adequadamente. Enfim, uma tentativa excelente de mostrar porque é impossível e impensável falar-se em “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.
Catholic Vote (www.catholicvote.com) - Infelizmente as eleições municipais no Brasil já se passaram e o que se votou está votado e não há volta. Porém, se estamos falando de Brasil, sabemos que seria interessante que uma campanha como essa tomasse vigor desde já, tendo em vistas as eleições de 2010. A campanha do site Catholic Vote pretende conscientizar os católicos quanto aos critérios para escolher os candidatos em quem votar. A idéia é mostrar que existem certos critérios que devem se sobrepor aos demais, por serem questões mais importantes, como a defesa dos direitos humanos e da família, e principalmente o direito à vida.
Paz e Bem!
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