A importância do casamento

sexta-feira, 2 setembro, 2011 às 21:56 | Publicado em Matrimônio e Família | 2 Comentários
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A razão principal que levou a que virtualmente todas as civilizações desde o início da história do homem tenham reconhecido e promovido o casamento entre o homem e a mulher é por esta ser a única união natural capaz de produzir crianças. Sim, o casamento existe muito por causa da procriação e todas as civilizações precisam de produzir crianças para sobreviver.

Sem as crianças – que só podem ser geradas na união sexual entre um homem e uma mulher – todas as nações, estados ou civilizações morrem. É, portanto, muito importante proteger e promover a instituição do casamento.

Mas há mais razões. Em adição à procriação, o casamento entre o homem e a mulher é o melhor ambiente para educar crianças. Sempre foi e sempre dá-de ser. A Biologia não pode ser ignorada. As crianças tem que ser criadas e famílias com pai e mãe são o melhor meio através dos qual elas melhor podem ser educadas.

Portanto, é do interesse do estado promover o casamento como a melhor forma de se tomar conta das crianças e educá-las de modo a que se tornem membros produtivos da sociedade.

Acresce-se que o casamento civiliza o homem. Os homens casados são mais produtivos e melhor comportados. Os solteiros são mais problemáticos para a sociedade, e como tal, o casamento é uma excelente forma de se “domesticar” o homem.

Paralelamente, o casamento protege as mulheres. As mulheres que são casadas são menos susceptíveis de experimentar violência de qualquer tipo do que as solteiras. Elas estão também protegidas financeiramente se criam as crianças e deixam de lado a carreira profissional devido a presença dum marido responsável e providenciador.

É por estas razões que as sociedades humanas reconheceram o casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher – e é por isso que celebraram esta instituição.

Estas razões não só têm o suporte da sabedoria popular e do senso comum, mas têm do seu lado as pesquisas empíricas.

Quer se goste ou não, os casamentos tradicionais são os alicerces de qualquer sociedade. Portanto é muito importante pensar-se seriamente antes de se redefinir o conceito de “casamento” como forma de satisfazer uma minoria ideologicamente motivada.

Post copiado de http://darwinismo.wordpress.com/2011/09/01/a-importancia-do-casamento/, que é uma adaptação do original em http://www.toughquestionsanswered.org/2009/08/17/why-do-civilizations-care-about-marriage/.

 

Fidelidade matrimonial: testemunho do amor de Cristo

quinta-feira, 9 junho, 2011 às 9:41 | Publicado em A Voz do Santo Padre, Matrimônio e Família | 1 Comentário
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Excertos do discurso do Santo Padre, o Papa Bento XVI, em sua Audiência Geral de ontem, 8 de junho, comentnado sobre sua recente viagem à Croácia, para participar das comemorações do Primeiro Dia Nacional das Famílias Católicas Croatas:

«Foi muito importante para mim confirmar na fé especialmente aquelas famílias que o Concílio Vaticano II chamou de ‘igrejas domésticas’. O bem-aventurado João Paulo II, que visitou a Croácia três vezes, colocou grande ênfase no papel das famílias na Igreja; por isso, com essa viagem, eu quis dar continuidade a este aspecto de seu ensinamento.»

«As nações européias de forte tradição cristã possuem uma especial responsabilidade de defender e promover o valor da família fundada no matrimônio, que continua a ser decisiva, tanto no campo da educação, bem como na esfera social.»

«Nesses nossos dias, enquanto infelizmente vemos um aumento no número de separações e divórcios, a própria fidelidade dos esposos tornou-se um testemunho significativo do amor de Cristo, que permite ao matrimônio ser vivido como aquilo que ele realmente é: a união de um homem e uma mulher que, com a graça de Deus, amam-se e ajudam-se mutuamente por uma vida inteira, na alegria e na tristeza, na doença e na saúde.»

«Através do compromisso do matrimônio, as crianças aprendem, sem palavras, que Deus é Amor fiel, paciente, respeitoso e generoso. A Fé em Deus que é Amor, é transmitida em primeiro lugar pelo testemunho de fidelidade do amor esponsal, que traduz naturalmente em amor pelos filhos que são frutos desta união.»

«Tal fidelidade não é possível sem a graça de Deus, sem o suporte da fé e do Espírito Santo. Por isso a Virgem Maria intercede sem cessar ao seu Filho para que Ele — como nas Bodas de Caná — possa continuamente renovar nos esposos o dom do ‘vinho bom’; isto é, da Graça, a qual os torna capazes de viver como ‘uma só carne’ através das várias circunstâncias e situações da vida.»

Os destaques são por minha conta.

Paz e Bem!

Destrua a Família Tradicional – O Jogo

quarta-feira, 15 setembro, 2010 às 18:23 | Publicado em Anti-Marxismo/Comunismo/TL, Matrimônio e Família, Política | 1 Comentário
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Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Um site americano favorável à militância GLBT publicou em seu site na web um jogo de muito mal gosto, cujo objetivo é bombardear e destruir famílias tradicionais (homem, mulher e filhos) com mísseis e artilharia pesada:

http://www.goodasyou.org/good_as_you/2007/09/destroy-traditi.html

A brincadeira tem um fundo de verdade. Mais do que a liberdade de fazerem sexo com quem eles quiserem – esta liberdade eles já têm – o objetivo de toda e qualquer militância gay é acabar com a instituição do Matrimônio, com o conceito universal de Família, e propor uma sociedade “livre”, ou seja, promíscua, onde ninguém é de ninguém, e na qual os laços de amor e sangue nada mais representem.

O PNDH3 – Plano Nacional de Direitos Humanos 3 – do PT, tem por objetivo tornar possível legalmente o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, além de tornar crime qualquer manifestação contrária ao comportamento homossexual, o que caracterizaria crime de opinião, e pré-condenaria quem sequer lesse vários trechos das Sagradas Escrituras que condenam o esta prática sexual. O mesmo PNDH3 também revela que o PT está comprometido com muitas outras causas que visam destruir e vilipendiar os valores reliosos, da Vida, da Família e da Liberdade, como a oficialização da profissão de prostituta; a legalização do aborto até o nono mês de gestação; entre outros absurdos.

A candidata Dilma Roussef, do PT, por isso mesmo está comprometida até o pescoço com a instauração deste governo comunista que já está em processo no Brasil. Por isso, um eleitor católico não deve, jamais, dar seu voto a esta candidata.

Não estou fazendo política partidária. São apenas orientações pastorais, corroboradas pela própria C.N.B.B.

Portanto, façamos a oposição católica ao PT e seus compromissos obscuros contra a Família, a Religião, a Vida e a Liberdade. Conclamemos nossos amigos e parentes a fazerem o mesmo. Esses valores não são negociáveis. Não podemos vendê-los em troca de uma frágil estabilidade econômica.

E acima de tudo, REZEMOS à Santíssima Virgem da Conceição Aparecida, para que pela Sua maternal intercessão nosso Brasil seja livre do flagelo do comunismo!

www.salvemobrasil.com

Pax et Bonum!

Os Dez Mandamentos do Casal

quinta-feira, 13 maio, 2010 às 20:03 | Publicado em Espiritualidade Conjugal, Matrimônio e Família | 6 Comentários
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OS DEZ MANDAMENTOS DO CASAL

1. Amai a Deus sobre todas as coisas. E em segundo lugar, amai o seu cônjuge. Amai-o mais que a vossos filhos. Amai-o até o ponto de dar sua própria vida por ele.

2. Rezem juntos. A prece individual é excelente e imprescindível pra todo cristão. Mas a prece conjunta, com o cônjuge, é excelente e imprescindível pra todo casal. É ótimo quando um ouve o que o outro está pedindo e agradecendo a Deus. Assim um conhece os anseios e aspirações do outro no sublime momento da oração, e isso facilita muito a comunhão. Sempre que possível, rezar juntos o Santo Rosário, ou o Terço.

3. Seja a Santa Missa a vossa prioridade no Domingo, dia do Senhor. Ide primeiro à Santa Missa, depois às outras atividades. Ide à Santa Missa sempre juntos, como convém ao casal católico, e se tiverem filhos, que eles os acompanhem desde tenra idade, e cresçam em um lar onde se aprende desde cedo a importância da Santa Missa e do dia do Senhor.

4. Não hesitem em exercer a vossa autoridade dentro do vosso lar. Não deixem que entre em vosso lar qualquer coisa que possa comprometer a busca da santidade na vossa família. Assim, vocês serão pais e mães dignos de serem honrados.

5. Não desautorize, nem agrida, nem ofenda o seu cônjuge. Nunca. Muito menos na frente dos filhos.

6. Vivam castamente o vosso casamento. O matrimônio não é, e nem nunca foi, uma “licença para a luxúria”. Não aceitem rebaixar a vossa união (que é um Sacramento) ao patamar das uniões ilícitas. Respeitem o vosso leito como se fosse um altar.

7. Jamais durmam brigados. Se houver algum desentendimento, fiquem acordados até fazerem as pazes, mas jamais durmam brigados, como se isso fosse normal. Dormir separados então, nem pensar. Nada de um dos dois ir dormir na sala.

8. Não minta nem esconda nada de seu cônjuge. Conquiste a sua confiança, e confie também nele. Vocês devem ser sempre um pelo outro acima de tudo. Esteja sempre pronto a se sacrificar pelo teu cônjuge. E aqui, com sacrifício, não falo exatamente de morrer literalmente, mas de morrer simbolicamente, abrindo mão de toda paixão ou vício que possa atrapalhar a vossa união.

9. Estudem juntos a Fé Católica. É impossível amar aquilo que não se conhece. Por isso, estudem juntos a Fé Católica, o catecismo, os 10 mandamentos, as virtudes cardeais e teologais. E façam juntos obras de caridade e de misericórdia. Aprendam juntos para ensinarem bem a vossos filhos.

10. Tenha em vossa casa um crucifixo em lugar bem exposto, a fim de que Cristo, modelo de noivo, esteja a todo momento a vos lembrar até que ponto vocês devem se amar. E também para que todos os que entrarem em vossa casa saibam de que tipo de seres humanos é composta a família que estais a construir.

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Reprodução livre se citada a fonte.

Paz e Bem!

Adoção por duplas homossexuais

quarta-feira, 28 abril, 2010 às 17:57 | Publicado em Moral e Sexualidade | Deixe um comentário
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A respeito da recente notícia:

STJ mantém adoção por lésbicas

Reproduzo artigo do Prof. Carlos Ramalhete.

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UM PROBLEMA DE DEFINIÇÃO

Por Prof. Carlos Ramalhete

A diferença maior entre uma sociedade saudável e uma sociedade em franco processo de decadência é a manutenção de uma ordem relativamente conforme à natureza humana. Quando uma sociedade perde os critérios naturais, o orgulho dos homens sempre a conduz a tentativas de substituição do natural por invencionices auto-destrutivas.

Um tal caso é o da confusão atualmente em curso entre casais naturais, feitos de homem e mulher unidos para o auxílio mútuo e a procriação, e as chamadas uniões homoafetivas. Aqueles são uma instituição natural, sem a qual uma sociedade não pode perdurar. Estas são um fenômeno diverso, que não pode ser comparado com uma união matrimonial natural.

Pode haver um componente sexual numa união afetiva, como pode não haver. Em termos práticos, não há razão alguma para que seja tratada diferentemente pelo Estado a dupla do mesmo sexo que vive junta e tem relações sexuais, a dupla de irmãs solteironas que vivem juntas e a comunidade de hippies ou religiosos. O que ocorre sem vítimas entre quatro paredes não é da alçada do Estado, e não pode ser usado por ele para criar equivalências ao matrimônio natural.

Faz-se hoje uma daninha confusão entre o matrimônio e algumas uniões que por sua própria natureza não podem levar à continuação natural da sociedade através da procriação. Esta confusão é tanto mais estranha em um momento social em que o sexo é tratado como ato meramente fisiológico, tendo por fim o prazer e excluindo a procriação. Problemas reais e antigos, como a partilha de patrimônio construído em conjunto por pessoas que vivem juntas – irmãs solteironas ou duplas de amigos, com ou sem sexo – , já são tratados como desculpa para aplicar a uniões que não são matrimônios as regras matrimoniais… desde que haja sexo.

O problema deveria ser resolvido deixando cada um definir para quem vão os seus bens; não interessa ao Estado saber se há sexo com os herdeiros desejados. Mas não: se há sexo, vira sucedâneo de matrimônio. Se não há, azar de quem ajudou a construir um patrimônio! O Estado invade os quartos de dormir e faz do sexo a origem do matrimônio, ao mesmo tempo em que prega que sexo é um ato fisiológico a ser feito por todos, solteiros ou casados. Contradição, teu nome é decadência!

Desta confusão surge outra: se a união de solteiros que fazem sexo vira um matrimônio por uma penada do juiz ou legislador, a adoção de uma criança passa a ser desejada e tida como o próximo passo para a criação de uma “família” à moda Frankenstein.

Trata-se de uma crueldade para com a criança, uma crueldade que o Estado não tem o direito de fazer. O Estado não pode impor a uma criança passar o resto da vida tentando explicar que em seus documentos há dois “pais” ou duas “mães”, e nenhum membro do outro sexo. Uma pessoa que entregue seu filho para que seja criado por uma dupla de solteiros do mesmo sexo – mais uma vez, com ou sem sexo – está esticando ao limite o seu pátrio poder. Já o Estado deve ter limites muito mais rígidos, por agir em nome de todos.

Quando uma criança é entregue ao Estado, ele deve agir com a máxima prudência e não se desviar do mais comum e do mais estabelecido; agindo em nome do povo, ele é obrigado moralmente a fazer o uso mais conservador e mais restrito do pátrio poder, que recebeu por substituição temporária e não lhe pertence.

Não é à toa que ao cidadão é permitido fazer o que a lei não proíbe, e ao Estado é proibido fazer o que a lei não autoriza: o Estado deve agir de forma contida e conservadora, ou estará indo além de seu papel e de suas prerrogativas. Ao Estado não compete fazer revolução.

Na adoção, é necessário evitar toda e qualquer situação incomum e manter-se nos estritos limites do natural; tal como o Estado não pode registrar como “pais” de uma criança uma comunidade (hippie, religiosa, etc.), tampouco pode fazê-lo com uma dupla do mesmo sexo que se vê como casal. Isto seria colocar a criança em uma situação atípica, forçando-a a passar a  vida explicando que, sem ter escolha,tornou-se a vanguarda de uma tentativa de revolução contra a natureza.

Livre cópia na íntegra com menção do autor

Prof. Carlos Ramalhete, filósofo e professor

Publicado originalmente na Gazeta do Povo.

Oração do Casal

segunda-feira, 12 abril, 2010 às 17:16 | Publicado em Espiritualidade Conjugal | 3 Comentários
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ORAÇÃO DO CASAL


Senhor, faz com que compartilhemos a vida como
verdadeiro casal, esposo e esposa.


Que saibamos dar um ao outro o que temos de melhor em
nós, no corpo e no espírito;
que nos aceitemos e nos amemos como somos,
com as riquezas e limitações que temos.


Cresçamos juntos, sendo caminho um para o outro;
saibamos carregar o fardo um do outro,
encorajando-nos a crescer sempre no mútuo amor.


Sejamos tudo um para o outro: os nossos melhores
pensamentos, as nossas melhores acções, o nosso melhor
tempo e as nossas melhores atenções.


Encontremos um no outro a melhor companhia. Senhor, o
amor que vivemos seja a grande experiência do Teu amor.


Cresça, Senhor, em nós a mútua admiração e atracção, a
ponto de nos tornarmos um só: no pensar, no agir e no
conviver.


Para que isto aconteça, estejas Tu entre nós. Seremos,
então, eternos enamorados.


Que assim seja!

Vem aí: Guia de Preparação para o Matrimônio oficial do Vaticano

quarta-feira, 24 março, 2010 às 9:14 | Publicado em preparação para o matrimônio | 8 Comentários
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Li no site ForYourMarriage.org *:

O Pontifício Conselho para a Família tem planos de publicar um guia de preparação para o matrimônio, e o Santo Padre incentivou esta preciosa decisão quando, no dia 8 de fevereiro, falou ao plenário de três dias do Conselho em Roma. O papa mais uma vez enfatizou a necessidade de haja uma abordagem progressiva à preparação para o matrimônio, preparação que deve acontecer na vida da pessoa desde a mais tenra infância até o dia da celebração do matrimônio.

O Papa Bento XVI também chamou a atenção aos bispos a “dedicar especial atenção a que a vocação dos esposos sejam enriquecedoras para toda a comunidade cristã”. Segundo o Santo Padre o “testemunho missionário e profético” dos casais unidos em matrimônio é particularmente necessário hoje em dia.

O matrimônio é “uma vocação para o amor”, ele disse. Por isso, ele recomendou que os jovens, a começar em casa e na escola, durante a infância, devem ser “educados para compreender a vida como uma vocação para o amor” — uma vocação que possa eventualmente assumir para eles a forma de matrimônio ou a “virgindade por amor do Reino dos Céus”, mas permanecerá sempre “uma vocação para o amor”.

Três dias antes, discursando para os bispos católicos escoceses, o Papa Bento XVI também tocou no assunto, acentuando a natureza positiva do ensino da Igreja sobre o matrimônio como uma vocação enraizada no amor. “A Igreja oferece ao mundo uma visão positiva e inspiradora da vida humana, da beleza do matrimônio e da felicidade da paternidade”, disse. Ele descreveu esta visão como “enraizada no amor infinito, transformador e enobrecedor de Deus por nós”, o qual “abre os nossos olhos para reconhecer e amar sua imagem no nosso semelhante”.

Discursando para o Pontifício Conselho para a Família, o Papa observou que o guia de preparação para o matrimônio que tal Conselho pretende publicar, irá “delinear apropriadamente as características” dos três estágios da preparação para o matrimônio (remota, próxima e imediata) apresentados pelo Papa João Paulo II em sua exortação apostólica sobre a família, “Familiaris Consortio”, de 1981.

A formação para o matrimônio na verdade começa na infância, e continua ao longo da adolescência até entrar na vida adulta, quando o jovem aprende o tempo todo sobre sexualidade, relacionamentos e o significado do amor autêntico, e sobre a vida em Cristo, indicou o Santo Padre.

Na preparação para o matrimônio há papéis a serem desempenhados por padres, vários tipos de especialistas, casais exemplares e outros, disse. Além disso, a preparação oferecida para casais que estejam contemplando o matrimônio como possível vocação deve dar espaço ao “diálogo” com os futuros esposos “individualmente e em grupo”, e deve proporcionar “uma atmosfera de amizade e de oração”.

“Esforçar-se” durante o tempo de preparação para o matrimônio do casal para assegurar-se que eles “renovem sua relação pessoal com Nosso Senhor Jesus Cristo, especialmente pela escuta da palavra de Deus, pela participação nos sacramentos e, acima de tudo, tomando parte na Eucaristia“, alertou o papa.

Finalmente, durante o período da preparação imediata para as bodas do casal, o papa pediu que sejam dados os passos para que “se garanta que a celebração do matrimônio seja percebida” pela comunidade e pelo casal “como um dom para a Igreja inteira, que contribua para o seu crescimento espiritual”.

Particularmente, fiquei felicíssimo em saber deste presente que o Pontifício Conselho para a Família irá dar aos fiéis católicos, de forma especial às nossas Pastorais Familiares, tão carente de conteúdos realmente relevantes em matéria doutrinária para a preparação de casais para este Sacramento tão importante para a Igreja. Que seja bem acolhido, para a maior glória de Deus!

Paz e Bem!

* O site For Your Marriage, sobre o qual eu já falei aqui, é uma iniciativa da Conferência dos Bispos Católicos dos E.U.A. para ajudar os casais em todas as fases do matrimônio: preparação, celebração e vivência.

O matrimônio no olhar dos jovens

segunda-feira, 1 março, 2010 às 11:31 | Publicado em Filhos / Educação dos Filhos, Matrimônio e Família, Mídia e Sociedade | 3 Comentários
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Acabo de ler uma matéria da Zenit dizendo que uma pesquisa recente dos Cavaleiros de Colombo e do Marist Institute for Public Opinion constatou que os jovens católicos americanos nascidos entre 1978 e 2000 são, em sua maioria, crentes. 85% crêem em Deus. Suas prioridades são o matrimônio e a proximidade com Deus; 82% deles acreditam que a importância do matrimônio tem sido subestimada no meio social.  60% consideram práticas como o aborto e a eutanásia moralmente erradas.

Apesar dessas amostragens positivas, também constatou-se também os efeitos da “ditadura do relativismo”, como o Papa Bento XVI costuma se referir à onda de permissividade e relativismo moral que vigora atualmente no mundo, sobre a educação destes jovens. 61% deles acreditam ser justo que o católico pratique mais de uma religião, e 82% consideram as questões morais “relativas”.

Ao evangelizar esses jovens e afastá-los do relativismo (trazendo-os, conseqüentemente, definitivamente para Cristo) é preciso dar destaque ao positivo, a matéria diz, segundo o próprio Papa Bento XVI:

“O cristianismo, o catolicismo, não é uma acumulação de proibições, mas sim uma opção positiva. E é muito importante que esta concepção seja restaurada, uma vez que, nos dias de hoje, está quase completamente desaparecida. Falou-se tanto sobre o que não seria permitido, que agora precisamos dizer: temos uma proposta positiva: o homem e a mulher são feitos um para o outro, existe uma escala – por assim dizer: sexualidade, Eros, Ágape, que são as dimensões do amor. E assim se constitui inicialmente no matrimônio o encontro pleno de felicidade entre um homem e uma mulher, em seguida a família, que garante a continuidade através das gerações, e na qual se realiza a reconciliação entre as gerações. Por isso, primeiramente, é necessário deixar claro aquilo que defendemos.”Bento XVI

Não sei o que descobriríamos se tal pesquisa fosse feita também aqui no Brasil, mas se percebermos que os jovens têm o matrimônio em tão alta conta, e entendem que a instituição do matrimônio têm sido desvalorizada (e até mesmo atacada) pela sociedade, basta apresentar a eles a visão positiva que a Igreja tem a respeito do Sacramento do Matrimônio, e o belíssimo sentido do amor esponsal na doutrina cristã, que esta mensagem será capaz de ecoar nesses jovens corações durante toda a sua caminhada enquanto esposos e pais católicos.

Ler tal reportagem me motivou a colocar aqui um link para um artigo de Tomás Melendo Granados, Diretor do Departamento de Estudos Universitários Sobre a Família, da Universidade de Málaga, na Espanha. O artigo “Vale a pena casar-se?” faz justamente esta abordagem positiva acerca do matrimônio, e creio ser uma boa leitura, principalmente para aqueles que têm a responsabilidade de formar a consciência cristã dos jovens e adolescentes, sejam estes pais ou catequistas.

O artigo está no blog da Maitê, Uma só Carne…:

Paz e Bem!

O que é o Matrimônio?

terça-feira, 23 fevereiro, 2010 às 16:43 | Publicado em Matrimônio e Família, Moral e Sexualidade, Teologia do Corpo | 7 Comentários
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Os E.U.A. estão passando por uma fase terrível. Revolucionários, progressistas, modernistas, e vários outros tipos de “istas” estão pressionando os governos dos Estados para que o “casamento entre pessoas do mesmo sexo” se torne lei.

Várias organizações católicas têm feito frente à esse ataque frontal à Família, fazendo uma contra-revolução em busca de tornar sempre claro o que é, de fato, o matrimônio, pois quando entendemos qual é a natureza e os propósitos do matrimônio, percebemos que o “casamento gay” é impossível, a despeito do que diz ou possa vir a dizer no futuro a lei civil.

Christopher West, renomado divulgador da Teologia do Corpo do Papa João Paulo II, nos traz este elucidativo artigo.

Recortem, e colem nos murais de suas paróquias!

Pax et Bonum!

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O QUE É O MATRIMÔNIO?
Por Christopher West

Um homem pode se casar com outro homem? Uma mulher pode se casar com outra mulher? Um homem pode se casar com várias mulheres ao mesmo tempo, ou uma mulher com vários homens? Um homem pode se casar com sua irmã ou com sua mãe? Seu irmão, ou seu pai? Uma mulher pode se casar com seu irmão ou seu pai? Sua irmã, ou sua mãe?

Todas estas questões são agora relevantes em nossa cultura. Elas não podem ser apropriadamente respondidas a menos que saibamos o que é o matrimônio. Como católicos, nós temos um incrível corpo de ensinamentos para que entendamos o sentido e o propósito do matrimônio. Comecemos com uma definição básica advinda da Lei Canônica e do Concílio Vaticano II.

O matrimônio é comunhão íntima, exclusiva e indissolúvel de vida e de amor assumidas por um homem e uma mulher como designado pelo Criador para o propósito do seu próprio bem e da procriação e educação dos filhos. Esta aliança entre pessoas batizadas foi elevada por Nosso Senhor Jesus Cristo à dignidade de Sacramento.

Comunhão íntima de vida e de amor: O matrimônio é a mais próxima e mais íntima de todas as relações humanas. Ele envolve a partilha da totalidade da vida de uma pessoa com seu(ua) esposo(a). O matrimônio pede uma mútua entrega de si mesmo tão íntima e completa que os esposos — sem perder sua individualidade — tornam-se “um”, não somente no corpo, mas também na alma.

Comunhão exclusiva de vida e de amor: Como uma mútua doação de duas pessoas um para o outro, esta união íntima exclui a possibilidade de outra união com qualquer outra pessoa. Ela demanda a fidelidade total dos esposos. Esta exclusividade também é essencial para o bem dos filhos do casal.

Comunhão indissolúvel de vida e de amor: Marido e esposa não são unidos por emoções passageiras ou meras inclinações eróticas as quais, egoísticamente buscadas, vão-se facilmente. Eles são unidos em autêntico amor conjugal pelo firme e irrevogável ato de sua própria vontade. Uma vez que seu mútuo consentimento foi consumado pela relação sexual, uma ligação inquebrantável é estabelecida entre os esposos. Para os batizados, esta ligação é selada pelo Espírito Santo e se torna absolutamente indissolúvel. Por isso, a Igreja não ensina tanto que o divórcio é errado, mas que o divórcio é impossível, apesar de suas implicações civis.

Assumidas por um homem e uma mulher: A complementaridade dos sexos é essencial para o matrimônio. Não é que dois homens (ou duas mulheres) não possam se casar porque “a Igreja não deixa”. Se compreendermos o que o matrimônio é, nós veremos com bastante clareza que é impossível que membros do mesmo sexo contraiam matrimônio.

Como designado pelo Criador: Deus é o autor do matrimônio. Ele inscreveu o chamado para o matrimônio em nosso próprio ser criando-nos como homens e mulheres. Nós, portanto, não podemos alterar a natureza e os propósitos do matrimônio.

Para o propósito do seu próprio bem: “Não é bom que o homem esteja só” (Gen 2,18). Reciprocamente, é pelo seu próprio bem, para seu benefício, enriquecimento e, por último, para sua salvação, que um homem e uma mulher unem suas vidas em matrimônio.

Procriação e educação dos filhos: Os filhos não são acrescentados ao matrimônio e ao amor conjugal, mas brota do próprio coração dessa auto-doação mútua entre os esposos, como fruto e realização. A exclusão intencional dos filhos, então, contradiz a própria natureza e propósito do matrimônio.

Aliança: Enquanto o matrimônio envolve um contrato legal, uma aliança vai além dos mínimos direitos e responsabilidades garantidos por um contrato. Uma aliança exige dos esposos uma partilha do amor livre, total, fiel e fecundo de Deus. Pois é Deus quem, à imagem de sua própria Aliança com seu povo, une os esposos em uma forma mais compromitente e sagrada que qualquer contrato humano.

A dignidade de sacramento: O matrimônio entre pessoas batizadas é um sinal eficaz da união entre Cristo e a Igreja, e, como tal, é um canal de graças. Isto é, o matrimônio — porquanto a união entre o homem e a mulher verdadeiramente simboliza o amor de Cristo pela Igreja — realmente comunica o amor de Cristo aos esposos e, através deles, para todo o mundo.

Tradução livre: Fabrício L. Ribeiro | Original em: http://tobinstitute.org/newsItem.asp?NewsID=54

Divórcio a um clique…

quarta-feira, 2 setembro, 2009 às 15:54 | Publicado em Matrimônio e Família | 2 Comentários
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divorcio300Não bastasse a lambança que já se vê por esses dias no Senado Federal, nossos legisladores resolveram aparecer com mais uma avacalhação. Dessa vez a vítima é a família brasileira.

Eu não sou lá muito entendido de Direito, mas sempre soube que a família, base da sociedade, sempre teve especial proteção do Estado. Isso está no Art. 226 da Constituição Federal. Por isso, quando um casal decide se divorciar, o juiz tem que se convencer de que ambos, marido e mulher, desejam realmente a separação livremente e sem hesitações. Um juiz mais sensato e sentível ainda tentará dissuadir o casal, pelo bem de si próprio e dos possíveis filhos. Isso sempre foi praxe, até onde sei.

Mas agora, segundo notícia do Plantão Info, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou em caráter terminativo um projeto que autoriza o uso da internet para “acelerar a separação entre os casais”. É o divórcio a um clique…

São nossos nobres Senadores, fazendo o possível para facilitar ao máximo possível a desintegração das nossas famílias.

Mãe Aparecida, rogai pelas famílias brasileiras, pra que encontrem na Santa Igreja o único porto seguro desta vida de exílio.

Paz e Bem!

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